sábado, 11 de agosto de 2012

JORNAL DO COMMERCIO DIVULGA O CSB NO DIA DOS PAIS

Neste sábado, 11 de agosto, o Jornal do Commercio, em seu caderno GALERA JC, publicou texto em comemoração ao dia dos pais, dando ênfase aos pais que levam seus filhos a participarem das atividades esportivas do Craque Só de Bola.

"Ficamos muito felizes em saber que um jornal tão conceituado como o JORNAL DO COMMERCIO se interessa em publicar atividades de associações como o Craque Só de Bola, isto é de grande valia para nós", diz o coordenar do CSB, Marcelo Francisco.

Abaixo, veja o texto publicado pelo Jornal do Commercio, em seu Caderno GALERA JC, deste sábado, dia 11 de agosto de 2012.

Capa do Caderno GALERA JC, do Jornal do Commercio


Publicação dá ênfase da importância dos pais no desenvolvimento  físico /esportivo do seu filho.

Publicação ainda destaca o depoimento de alguns pais que têm o seu filho  nas atividades do Craque Só de Bola.

Agradecemos a todos que fizeram desta publicação realidade, porque é importante a divulgação das atividades da ONG Craque Só de Bola, para que a sociedade possa ser informada de que a ONG tem o objetivo de fortalecer a vida social da criança. Agradecemos ao Jornal do Commercio, em especial ao amigo, Cícero Belmar, editor do Caderno GALERA JC. Muito obrigado.

Veja também a publicação digital, pelo site http://jconlineblogs.ne10.uol.com.br/galerajc/

CSB MIRIM VISITA CUCAÚ


Nesta sábado {11/08}, o CSB Mirim realizou atividade recreativa com o CSC, na Usina Cucaú. O amistoso ficou CSC 2 x 1 CSB e a categoria sub-13, CSC 5 x 2 CSB. Além da atividade recreativa, o passeio para conhecer outros atletas e lugares também contou, afinal esta é a segunda vez que a categoria sub-13 realiza amistoso.


CRIANÇAS DURANTE A IDA A USINA CUCAÚ

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ALGUNS PAIS E RESPONSÁVEIS ESTIVERAM PRESENTE NA VIAGEM

CRIANÇAS NA IDA A ATIVIDADE RECREATIVA


crianças do pré-mirim do CSB
Crianças do pré-mirim do CSB

A participação das crianças em atividades esportivas coletivas, faz com que elas aprendem a perder e a ganhar, a se socializar e a conhecer novos lugares e pessoas. Isto fortalece o seu desenvolvimento como cidadão em crescimento.

pré adolescentes da categoria sub-13 do CSB







 O transporte das crianças do CSB só foi possível pelo apoio e patrocínio da empresa BORBOREMA, que acredita neste trabalho de desenvolvimento cidadão. 



quinta-feira, 9 de agosto de 2012

OS EXCLUÌDOS

A sociedade muitas vezes, por conta de uma cultura antiga, exclui do seu meio pessoas consideradas "fora dos padrões normais" que essa sociedade sempre pregou. Essas pessoas são taxadas de delinquentes e/ou de 'sem valor" no desenvolvimento do país.

Estamos falando de dois tipos de excluídos: OS USUÁRIOS DE DROGAS e os DEFICIENTES FÍSICOS.  Existe, é claro, uma grande diferença nesses dois tipos, mas eles têm algo em comum: A EXCLUSÃO.

Porque chamamos esses dois tipos de excluídos? É porque a própria sociedade não dá as oportunidades que eles merecem. Um é taxado de delinquente e "maconheiro" o outro é conhecido como aquele "que não pode fazer nada fisicamente", ou seja, a sociedade não sabe que o dependente de drogas ESTÁ DOENTE e o deficiente físico NÃO É DOENTE.

Quando um deficiente físico é rejeitado da sociedade (grupos da escola, esporte, família, etc) ele inicia sua própria rejeição, achando que é um estorvo para seus amigos e familiares.

Mas quando se dá oportunidade para que o deficiente físico mostre que suas limitações também têm limites, inicia-se aí uma luta para fortalecer esses limites que muitos diziam que ele (o deficiente físico) não poderia fazer.

Com oportunidades e incentivo, a sociedade pode incluir os deficientes em atividades consideradas de "pessoas normais". 



O jovem viciado em química (crack, maconha, heroina, etc) também é rejeitado pela sociedade, por conta de uma cultura moralista. Temos que reconhecer que o dependente químico é vítima de uma sociedade que cobra bons costumes e esquece de  ensina de como se livrar dos maus costumes.

Muitas vezes a família distante do filho faz com que ele busque outros meios de chamar a atenção. A falta de carinho e de atenção ao filho pela família faz com que ele se sinta rejeitado e inicia-se a famosa máxima de que quando não se tem apoio dentro de casa, busca-se fora de casa.

O Craque Só de Bola recebe jovens deficientes e dependentes químicos que queiram se livrar, utilizando a linguagem do esporte para se manter ocupado. "É necessário uma política de atenção voltada exclusivamente ao comportamento jovem, que utilize suas linguagens e que pense iguais as crianças e aos adolescentes; só assim poderemos realizar atividades que realmente alcancem grande parte dos jovens".

terça-feira, 7 de agosto de 2012

LIMITAÇÕES


única coisa que limita nossas conquistas é o pensamento de que não podemos conquistar. Realmente não é novidade para ninguém que as pessoas que dizem que podem, podem, e as que dizem que não podem, não podem.
Um homem diz: “Acho que sempre serei um batalhador”. Aí, ele pára de aprender, ignora as oportunidades, não trabalha até mais tarde, não economiza e não tenta porque “não adianta mesmo….”. Dito e feito! Sua profecia se torna verdadeira e ele nunca vence na vida.
Já outro homem diz: “Eu vou vencer, e farei o que for preciso para isso. Trabalharei tanto quanto for necessário; aprenderei tudo que puder e serei tão diferente quanto precisar  ser. Eu posso!”. E o homem consegue!
Vale a pena lembrar que há lucros em ambos os casos. O primeiro indivíduo consegue evitar a responsabilidade. Ele sempre pode dizer: “É tudo tão difícil! Faça isso por mim”. Ele foge da oportunidade de exercitar a disciplina pessoal que geraria seu sucesso. E pode até conquistar alguma simpatia, afinal, bancar o bobo e incapaz pode ser muito proveitoso e conveniente. Já os frutos colhidos pelo segundo indivíduo são mais evidentes. Ele alcança seu objetivo. Portanto, vamos reconhecer que há vantagens em ambos os casos.

Em poucas palavras: Somos responsáveis pelas limitações que impomos a nós mesmos. Jogar fora os rótulos que colocamos em nós é o primeiro passo para ter uma vida melhor.
(texto de Andrew Matthews no livro “Seja Feliz”)


A ONG Craque Só de Bola acredita que inclusão social acontece quando alguém é recebido de braços abertos por um grupo (da sociedade) e o indivíduo se sente aceito dando ao mesmo forças para superar as suas limitações. Isto ajuda!
Com o objetivo de incentivar o seu desenvolvimento motor, o CSB recebe crianças com dificuldades motoras para que possam conhecer as suas próprias limitações, ou seja, até onde eles podem ir.


domingo, 5 de agosto de 2012

REBRINCAR: RESGATANDO AS BRINCADEIRAS ANTIGAS


Antigamente as crianças não tinham tantos brinquedos como as de hoje e, por isso, tinham que usar mais a criatividade para criá-los.
Usavam tocos de madeira, pedrinhas, legumes e palitos para fazer animais, além de brincadeiras como amarelinha, cinco Marias, bolinha de gude, cantigas de roda, passa anel, roda pião, empinar pipa, dentre várias outras e, assim, se divertiram por décadas e décadas.
Com os avanços da modernidade, a tecnologia trouxe brinquedos que não exigem a criatividade das crianças, pois elas já encontram tudo pronto.

Uma boa sugestão para comemorar o dia das crianças é a família fazer um levantamento das brincadeiras do tempo de seus pais e de seus avós, aproveitando para se distraírem com seus filhos, ensinando-os outras formas de diversão e as possibilidades de se criar jogos e brincadeiras. O mais importante disso? Ensiná-los que para brincar não precisamos gastar.

Assim, apresentamos aqui algumas sugestões de jogos e brincadeiras antigas.

- Cinco Marias: essa brincadeira constitui em, primeiramente, procurar cinco pedrinhas que tenham tamanho aproximado ou confeccionar saquinhos e recheá-los com arroz ou areia. Primeira rodada: jogue todas as pedrinhas no chão e tire uma delas (normalmente se tira a pedrinha que está mais próxima de outra). Depois, com a mesma mão, jogue-a para o alto e pegue uma das que ficaram no chão. Faça a mesma coisa até pegar todas as pedrinhas. Segunda rodada: jogue as cinco pedrinhas no chão, depois tire uma e jogue-a para o alto, porém, desta vez, pegue duas pedrinhas de uma vez, mais a que foi jogada para o alto. Repita. Terceira rodada: cinco pedrinhas no chão, tira-se uma e joga-se para o alto pegando desta vez três pedrinhas e depois a que foi jogada. Última rodada: joga-se a pedrinha para o alto e pega-se todas as que ficaram no chão.


- Roda: em roda, cantem canções antigas e façam os gestos e representações delas. Lembramos de algumas músicas como atirei o pau no gato, ciranda-cirandinha, a linda rosa juvenil, a galinha do vizinho, a canoa virou, eu entrei na roda, cachorrinho está latindo, o meu chapéu tem três pontas, pai Francisco, pirulito que bate bate, samba lelê, se esta rua fosse minha, serra serra serrador, etc.


- Escravos de Jó: dois participantes cantam a música “escravos de jó, jogavam caxangá, tira, põe, deixa ficar, guerreiros com guerreiros fazem zigue, zigue zá”. Cada um com uma pedrinha na mão vai trocando-as e fazendo o que diz a música.

- Amarelinha: risca-se a amarelinha no chão, de 1 a 10, fazendo no último número um arco para representar o céu. Pula-se com um pé só, dentro de cada quadrado.


A ONG Craque Só de Bola (CSB) criou o programa REBRINCAR que dá justamente a oportunidade das crianças conhecerem as brincadeiras que fizeram a felicidade dos seus pais. São brincadeiras divertidas e que tem muito haver com o esporte. Muitas pessoas não veem que muitas brincadeiras infantis ajudam no desenvolvimento motor e cognitivo da criança, desenvolvendo músculos e o seu cérebro, sem falar da socialização e inclusão.

Por isto que o CSB quer ampliar o REBRINCAR nas escolas e nos bairros, incentivando as crianças a brincarem como verdadeiras crianças.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

22 ANOS DO ECA


BRASÍLIA  - O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa nesta sexta-feira (13) 22 anos. A lei prevê uma série de direitos e deveres de crianças e adolescentes, pais, conselheiros tutelares, juízes, médicos, entre outros. Estabelece, por exemplo, o direito à saúde, à educação, à convivência familiar, além de questões relacionadas às políticas de atendimento, às medidas de proteção e socioeducativas.
Bárbara Antônia Arcoverde, 9 anos, aprendeu sobre o ECA em uma cartilha do Menino Maluquinho, que trata de direitos humanos para o público infantojuvenil. “Eu achei [a cartilha] lá em casa e resolvi ler. O ECA inclui as leis que protegem as crianças e os adolescentes. Eu sei que [os adultos] não podem bater, a gente não pode trabalhar e tem de estudar”.  
À pergunta sobre o que deveria ocorrer com quem maltrata as crianças e os adolescentes no país, a menina respondeu que deve haver punição severa. “Deviam prender quem faz isso. Os adultos deviam ter melhor coração. Há muito caso ruim que aparece na TV”. De acordo com Bárbara, a escola também estimula o debate sobre o estatuto com textos em sala de aula.
Em 2007, foi sancionado o projeto de lei que determina a inclusão do ECA nos currículos escolares do ensino fundamental. Pelo projeto, não é necessário criar uma disciplina, mas os professores precisam desenvolver os conteúdos do estatuto em sala de aula. No entanto, essa lei não é respeitada por todas as escolas.
De acordo com Gabriel Geovani de Melo Silva, 14 anos, o ECA não é muito discutido em sala de aula, pois a escola na qual estuda não dá muita atenção à lei. “Eu não conheço muito o estatuto. O que sei, aprendi sozinho. Sei que dá o direito de viver, de ter alimentação adequada, ter os pais para cuidar e também impede o trabalho infantil”.
Para a educadora Teresa Santana, é importante que as crianças e os adolescentes saibam seus direitos e suas responsabilidades, uma vez que a sociedade ainda está muito desinformada e as crianças são vítimas de violência cotidianamente. “A TV ajuda a informar, mas tudo que é feito com abuso acaba atrapalhando. É preciso ter campanhas veiculadas, já que é o meio mais visto”.
Ela acredita que não é necessário ter uma matéria específica sobre o ECA, mas as coordenações pedagógicas poderiam tratar do assunto por meio de palestras e outras atividades. “As disciplinas também deveriam tratar disso, seja por meio de trabalhos, pesquisas, redações, pois o assunto é interdisciplinar”.
Agência Brasil (13/07/2012)


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

CAOA: UMA FERRAMENTA DE PREVENÇÃO

O Centro de Atividades Ocupacionais, Artísticas e Culturais (CAOA) é um projeto onde a ONG Craque Só de Bola vem tentando implantar como uma das ferramentas de prevenção e de combate as drogas.

O CAOA terá espaços diversos onde a criança e o adolescente se identifique, como: esportes, canto, música, dança, teatro. As atividades do CAOA foram idealizadas a partir das necessidades dos jovens em desenvolver suas aptidões físicas e cognitivas que façam com que ele (o jovem) se "encontre" em alguma atividade ocupacional que faça o mesmo não ter contato com as drogas.

O CAOA será dividido em áreas que abarque as diversas faixas etárias (crianças, pré-adolescentes e adolescentes). Professores, voluntários, material e atividades que ocupem o tempo no contra-turno escolar do jovem. "Acreditamos que o espaço CAOA será uma realidade, a partir do momento que possamos ter pessoas que possam apoiar um programa que ajude o jovem a buscar novas perspectivas de futuro", afirma o diretor presidente do CSB, Marcelo Francisco.

O Centro de Atividades Ocupacionais, Artísticas e Culturais, será o espaço do jovem e da família, bem como um espaço onde o educador possa desenvolver métodos para a educação dos seus alunos.

"O CAOA também será um espaço onde será reunidos educadores, professores, voluntários, comunidade, para desenvolver outras atividades que venham a ajudar o desenvolvimento dos jovens da localidade", afirma Marcelo Francisco.

O CSB ainda está buscando apoio financeiro para implantar a ideia. O CAOA só será possível com parcerias que façam do sonho se tornar realidade. O CSB quer implantar um CAOA em cada bairro de Ipojuca (Ipojuca/centro, Camela, N. SRa. do Ó e Porto de Galinhas). Essas áreas necessitam muito de um apoio aos seus jovens.

Esperamos contar com o poder público e com as empresas privadas. A sociedade é muito importante nessa hora. A comunidade sabe as suas necessidades e apoia programas iguais ao CAOA que venha a beneficiar seus filhos.

DESAFIOS

 Desde quando iniciamos a ACSB e 2008, sabíamos que não seria fácil colocar em prática as atividades esportivas que, na época (2008) tinha c...