terça-feira, 31 de maio de 2016

Tocha Olímpica em Ipojuca

A chama olímpica, referência ao fogo que queimava em homenagem à deusa Hera (Juno) durante os jogos de Olímpia não surgiu nos Jogos de Atenas.

Somente em 1928, nos Jogos de Amsterdã, foi que o fogo olímpico ressurgiu. A primeira pira olímpica manteve o fogo aceso durante toda a duração da Olimpíada.

A chama passou a ser acesa com a corrida da tocha na abertura dos jogos, em Berlim 1936. A primeira tocha foi carregada por 3000 corredores até o estádio olímpico de Berlim, tudo foi calculado para que a chegada coincidisse com o exato momento da festa.

O ritual foi criado para estabelecer um elo entre os jogos da antiguidade e os jogos contemporâneos. A chama olímpica representa a pureza da eterna juventude olímpica. Serve de elo entre o berço das Olimpíadas na Grécia e as cidades-sede, dos jogos contemporâneos.

A tocha olímpica é acesa em uma cerimônia nas ruínas de Olímpia na Grécia. Raios de sol refletidos por um espelho dão origem à chama. Mulheres vestindo túnicas no estilo grego antigo conduzem todo o ritual e passam a tocha ao primeiro corredor. A tradição é mantida desde os Jogos de 1952 em Helsinque.

Programação da Passagem da Tocha Olímpica em Ipojuca

E o nosso município de Ipojuca terá a honra de ceder passagem a Tocha Olímpica das Olimpíadas do Rio 2016. Sabemos o quanto é importante esse momento, porque nunca mais teremos outra chance de termos a oportunidade de sediar uma outra Olimpíada, muito menos em ter a oportunidade de vermos a Tocha Olímpica tão de perto em nossa cidade.

É sem dúvida um momento histórico para os ipojucanos, que terão uma boa conversa para falar com seus netos e bisnetos no futuro.  

domingo, 29 de maio de 2016

SUB 14 DO CSB EM ATIVIDADE NA ZONA RURAL DE IPOJUCA

Com a aproximação do Campeonato de Base de Ipojuca, o CSB reinicia suas atividades com concentração à categoria sub 14, formado por alunos entre 12 e 14 anos de idade completos. Neste sábado, 28 de maio, os jovens atletas do sub 14 do CSB, visitaram o campo do Engenho São Paulo, Zona Rural de Ipojuca. "O objetivo é termos mais tempo para ensaiar as jogadas e dar a oportunidade aos nossos alunos de conhecerem campos de futebol diferenciados", afirma o Treinador do Sub 14, Marcelo Francisco.

Atletas do Sub 14 em atividade

Os trabalhos ainda estão em processo de formação, mas já se tem uma base dos atletas que estão com condições técnicas de participar deste grande evento local: O Campeonato Ipojucano de Futebol de Base. Com o apoio dos pais e a dedicação dos alunos, a categoria sub 14 está crescendo a cada semana, formando o elenco para iniciar os amistosos. Todos os alunos que fazem parte da categoria sub 14 também participam do projeto Clube da Leitura da ACSB.

Se preparando para as atividades

Atividade de aquecimento para os alunos: domínio de bola

Iniciando o coletivo técnico.

As atividades deste sábado no Engenho São Paulo, se baseou nos trabalhos de posicionamento e de domínio de bola. Ainda se está buscando a complementação do grupo, mas os alunos que já participam têm tudo para fazer uma grande participação no Campeonato Ipojucano de Base de 2016. 

CLUBE DA LEITURA VISITA BIBLIOTECA MUNICIPAL

O Clube da Leitura da ACSB é o projeto educacional que precisa se expandir. Para tanto, a coordenação do projeto realizou duas grandes parcerias: a Biblioteca Municipal e a Associação Iapoiuqui, ambos de Ipojuca. O objetivo é fomentar novos espaços de leitura e aproveitar os acervos literários que existem...o da biblioteca municipal, por exemplo.

Os alunos do Clube da Leitura visitaram a Biblioteca Municipal Joaquim Nabuco, em Ipojuca e começaram o seu primeiro dia de atividade: todas as terças-feiras o Clube da Leitura funcionará no espaço cedido pela biblioteca, dando aos alunos um espaço novo e incentivando os mesmos a conhecerem melhor a biblioteca municipal.

A bibliotecário Márcia, da Biblioteca Joaquim Nabuco, apresentando o espaço aos alunos do Clube da Leitura.

Alunos do Clube da Leitura se divertindo com livro recreativo na Biblioteca Joaquim Nabuco.

Hoje, o Clube da Leitura, mantem 25 alunos participantes no projeto de leitura, parece pouco, mas esses mesmos alunos têm a oportunidade de fortalecer a sua leitura pelo menos duas vezes durante a semana, o que é muito para quem não era incentivado a ler em casa ou na própria escola. 

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Drible de Letra

Camisa oficial do Projeto Drible de Letra

Com o programa de ampliação de parceiros institucionais, a ACSB (Associação  Craque Só de Bola) cria, juntamente com o Ipojuca Atlético Clube, o Projeto Drible de Letra, que é uma continuação do Projeto Clube da Leitura, que busca incluir no futebol ações voltadas ao incetivo a leitura. Com a parceria no desenvolvimento do Projeto Drible de Letra, a ACSB fortalece ainda mais o trabalho de leitura, desta vez para uma equipe profissional, filiada a Federação Pernambucana de Futebol, dando mais credibilidade às ações.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

ACSB AMPLIA SUAS PARCERIAS SOCIAIS

Como forma de dar continuidade aos trabalhos sociais, a ACSB (Associação Craque Só de Bola) está ampliando as suas parcerias para que essas ações sociais tenham continuidade. Com a parceria com o Clube de Futebol do Ipojuca Atlético Clube, está sendo desenvolvido desde de 2015, o Projeto Drible de Letra, que inclui atividades educacionais e de incentivo a leitura aos jovens atletas que participam das categorias de base, como o sub 10 e o sub 13.

Ainda com o trabalho de incentivo a leitura, o Projeto Clube da Leitura passará a ser aplicado na Associação IAPOIUQUI, em Ipojuca, onde a mesma cederá espaço para a mini biblioteca, carteiras escolares, além de abarcar alunos novatos e os que já fazem parte do projeto. Assim, as ações de incentivo a leitura se multiplicam no meio do esporte.

As ações de leitura, que vem sendo realizada pela ACSB desde 2013, será ampliada para outras instituições sociais. 

A Associação IAPOIUQUI, também realiza ações voltadas a música e outras atividades direcionadas aos jovens. 

sexta-feira, 22 de abril de 2016

O que leva o jovem às drogas?

A psicóloga Rosely Sayão nos fala que, tempos atrás, a família era o principal motivo de os jovens procurar as drogas: culpavam-se "as dificuldades no relacionamento familiar, a falta de diálogo, os vínculos desfeitos, o autoritarismo educacional, as perdas precoces e toda uma gama de causas familiares que poderiam explicar a busca do jovem pelas drogas". Porém, hoje ela diz "essa resposta já não convence". Isso porque, atualmente, temos todo tipo de família, de educação, de vínculos, de rompimentos, etc. Claro que a família influencia, e muito, no comportamento do jovem. "Mas tais influências não são, necessariamente, determinantes ou causais", no que diz respeito às drogas, prossegue Sayão. Pois "agora, já não temos mais um único culpado". Vários são os caminhos que conduzem o jovem para o mundo das drogas. Para a experiente psicóloga, os jovens experimentam ou irão experimentar drogas por um motivo bem mais simples: "as drogas existem, são oferecidas e estão por aí". Ou seja, a primeira e a mais forte razão que leva um jovem hoje a usar drogas é a oferta abundante dessa substância, que pode ser facilmente encontrada nas ruas e em todo tipo de festa. 

Outro motivo que tem levado os jovens às drogas, apontado pela psicóloga, é "a dificuldade dos mais novos para enfrentar situações difíceis, com obstáculos que exigem esforço e perseverança". As crianças têm sido demasiadamente poupadas (pelos pais, principalmente, e pelas escolas, também) dos sofrimentos que fazem parte da vida. Dessa forma, para Sayão, as crianças "não desenvolvem recurso algum do qual possam lançar mão quando necessário". Ou seja, as crianças e os adolescentes "poderiam se angustiar, sofrer, amadurecer, errar, mudar o rumo. Mas (pela superproteção vinda dos pais e das escolas) o percurso mais fácil parece ser o de se anestesiar", isto é, tentar sempre preservar os menores dos problemas que eles têm que enfrentar. Ocorre que, no parecer da psicóloga, "as drogas, além de oferecer atrativos convincentes, têm esta serventia também: a de livrar de um sofrimento, de uma situação difícil. Por isso, hoje, qualquer jovem pode usar ou abusar das drogas (como meio de esconder o seu sofrimento). Talvez, se pudessem enfrentar os sofrimentos característicos da infância - uma rejeição, uma exclusão, uma frustração, um tropeço -, a escolha desse caminho [DAS DROGAS] na adolescência poderia não ser tão óbvia, não é verdade?", diz Sayão. Em resumo, em resposta ao título do texto, o que mais tem levado os jovens às drogas é a sua oferta abundante, o que exige um maior controle dos pais, por exemplo, sobre onde seu filho está, com quem ele anda, que horas ele chega em casa. Também a superproteção de muitos pais de hoje que não deixam seus filhos encarar qualquer tipo de sofrimento normal de uma pessoa em desenvolvimento, preferindo sempre anestesiá-los, sentimentalmente. Papel que as drogas continuarão a fazer depois, na adolescência, mas de uma forma arrasadora para a vida de nossos jovens.

EVANDRO PELARIN - Juiz de Direito da Infância e Juventude de Fernandópolis.

domingo, 17 de abril de 2016

Projeto Catavento contra o Trabalho Infantil

O Projeto Catavento mais uma ação da ONG Craque Só de Bola e tem como objetivo a luta contra a inserção da criança no trabalho infantil. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que, menores de 12 anos de idade não podem ser inseridos no mercado de trabalho; jovens a partir dos 13 aos de idade só podem serem inseridos no mercado de trabalho autorizado pela justiça e mesmo assim inserido como aprendiz, não podendo participar de atividade de auto risco ou auto esforço, apenas como observador.

Infelizmente não é o que acontece em algumas cidades do Brasil. Muitas crianças, principalmente meninos, são submetidos a trabalhos que comprometem seu desenvolvimento como pessoa, roubando da criança o seu direito de brincar e de se desenvolver para se tornar um cidadão. O ato de brincar, dar a criança o sentimento exclusivo da infância que a transforma no futuro em um adulto sadio e sem rancor. Muitos pais exigem que seus filhos iniciem o trabalho na mais tenra idade, por dois motivos:

1) Por dificuldades financeiras, onde a criança se torna mais uma fonte de renda; e
2) Por capricho dos pais, que pensam que, desta maneira, o seu filho aprenderá a ser mais forte na vida e a valorizar o dinheiro.


DESAFIOS

 Desde quando iniciamos a ACSB e 2008, sabíamos que não seria fácil colocar em prática as atividades esportivas que, na época (2008) tinha c...