quarta-feira, 27 de março de 2013

Exercícios na infância melhoram a saúde dos ossos na terceira idade

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Atividades na infância aumentam massa óssea e evitam osteoporose

Por Minha Vida - publicado em 26/03/2013
 
Praticar exercícios regularmente desde a infância pode ajudar a reduzir o risco de fraturas ao atingir idade avançada, afirma um estudo do Hospital Universitário de Skåne, na Suécia. Os resultados foram apresentados dia 23 de março no encontro da Sociedade Americana de Ortopedia para Medicina Esportiva (AOSSM).

Os pesquisadores conduziram por seis anos um estudo populacional com 808 crianças entre sete e nove anos de idade. Esse grupo fez 40 minutos diários de educação física na escola, enquanto as 1.587 crianças do grupo de controle praticavam apenas uma hora semanal de exercícios. A incidência de fraturas e o desenvolvimento ósseo de todos os participantes foram acompanhados anualmente e, ao final do período, os cientistas descobriram que a o risco de fraturas era similar nos dois grupos, mas a densidade óssea da coluna vertebral era mais elevada nas crianças que praticaram mais exercícios.
 


A equipe também realizou um estudo retrospectivo, comparando 709 homens ex-atletas com idade média de 69 anos e 1.368 homens no grupo de controle, com idade média de 70 anos. Os resultados mostraram que a densidade óssea dos ex-atletas sofreu uma redução mínima na idade avançada em comparação com o grupo de controle.

Os autores atribuem essa relação entre exercícios na infância e diminuição do risco de fraturas ao aumento do pico de massa óssea que ocorre em crianças que praticam exercícios regularmente. Esse pico é a quantidade máxima de massa óssea que um indivíduo acumula desde o nascimento até a maturidade do esqueleto, antes do início da perda associada ao envelhecimento. Com um aumento do pico da massa óssea na infância, portanto, é mais difícil sofrer grandes perdas e ter a saúde dos ossos debilitada na terceira idade por doenças como osteoporose.
 

 
Incentive seu filho a fazer exercícios
 
Computadores, videogames e celulares costumam ser os melhores amigos dessa geração, enquanto a atividade física fica facilmente em segundo plano. O incentivo dos pais pode fazer muita diferença para evitar que o sedentarismo vire um hábito para a vida toda, porém sempre respeitando os limites e preferências dos jovens. De acordo com o psicólogo comportamental e especialista em saúde da família Alexandre Monteiro, do Rio de Janeiro, gostar dos exercícios é a melhor motivação. "O ideal seria a pessoa experimentar o maior número de atividades possível ainda na infância, de forma que se identificasse com uma em especial", explica. Confira as dicas dos especialistas e tire seu filho do sofá:
 
 
Muito além da educação física



É comum os adolescentes não gostarem de praticar atividades físicas por ter como única referência as aulas na escola ou a academia de musculação, que podem ser consideradas entediantes pelo jovem. Segundo Alexandre Monteiro, uma forma interessante de descobrir novas atividades é levá-lo a clubes ou academias que ofereçam aulas variadas, como lutas e dança. "Ele pode assistir um pouco de cada aula, observar as características dos alunos e associar essa dinâmica às habilidades e preferências que ele possui", diz.    
 
                 

sábado, 23 de março de 2013

ESCOLINHA DO CSB TEM NOVO ESCUDO

Dentre as atividades da ADEC, existe a Escolinha da Futebol do CSB (Craque Só de Bola). A Escolinha do CSB foi criada para ser uma ferramenta de inclusão social entre jovens de 9 à 15 anos de idade. Ela foi criada em 2008, em Camela, e levava o nome de Atletas de Cristo e logo depois, como Escolinha Gol 10. Com o passar dos anos (entre 2009 e 2012) deu-se o nome do projeto de prevenção e combate ao "crack", Craque Só de Bola.

Em 2011, o CSB Ipojuca participou do Campeonato Pernambucano de Futebol sub-15 e sub-17, realizado pela FPF (Federação Pernambucana de Futebol). Após dois anos sem participar do estadual, o CSB tenta este ano participar do pernambucano sub-13 e sub-15, que acontecerá em junho deste ano. "As necessidades são muitas como, transporte, alimentação, material esportivo e comissão técnica, mas estamos buscando patrocínio para que possamos representar a cidade de Ipojuca de igual para igual com outras equipes", afirma o coordenador do CSB, Marcelo Francisco.

Novo Escudo do CSB Ipojuca, criado a partir do Escudo do Grêmio.


Ao lado, novo escudo do CSB Ipojuca. Parecido com o antigo escudo que era amarelo e preto. O escudo é igual ao do Grêmio e representa bem as novas cores da equipe.

Vemos no escudo o ano de criação do projeto (2008) e logo abaixo o nome da cidade de fundação (Ipojuca-PE). As cores azul claro e azul escuro realça bem com o novo uniforme da equipe.




sexta-feira, 15 de março de 2013

ADEC VISITA A SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

Nesta sexta-feira (15/03), o coordenador geral da ADEC, Marcelo Francisco, visitou a Secretaria de Educação de Ipojuca, sendo recebido pela coordenador de ensino, Sra. Vera. O tema principal do encontro foi apresentar a experiência da ADEC na prevenção do "crack" nas escolas. Em 2012, a ADEC conseguiu alcançar mais de mil alunos da rede municipal, apresentando palestras sobre cigarro, álcool, crack e outras drogas.  "Temos que criar uma Rede de Informação e de Integração que possa ser usada na prevenção e combate às e tratamento dos usuários", disse Marcelo Francisco.

A secretaria de Educação já pensando neste tema tão importante (e problemático) quer unir forças com entidades comunitárias, secretarias do municípios, famílias, etc. para que se possa desenvolver meios de prevenção e de combate as drogas, principalmente na escola.

Marcelo Francisco, Diretor ADEC/Ipojuca

O trabalho de busca de apoio ao combate as drogas nas escolas vem de longa data. O próprio fundador da ADEC (Associação Desportiva Educacional Craque Só de Bola), Marcelo Francisco sempre teve dificuldades de fazer entender essa necessidade.

"Temos que entender que a droga é um problema real e que as nossas crianças e adolescentes são os principais indivíduos que os traficantes necessitam, porque são 'clientes' em potencial e que muitas vezes não têm entendimento dos verdadeiros malefícios das drogas; a escola está sendo um ponto de entrada fundamental dessas drogas e de usuários; o que eu entendo é que onde existe usuário, ele mesmo pode ser um grande influenciador para que se crie outros usuários", afirma Marcelo Francisco.

quinta-feira, 7 de março de 2013

ADEC BUSCA APROVAÇÃO DE PROJETO

Ao contrário dos últimos anos, a ADEC (Associação Desportiva Educacional Craque Só de Bola) tem boas perspectivas para 2013. Ao preparar projetos e programas direcionados às crianças e adolescentes de Ipojuca, visamos planejar dias melhores para os nosso jovens, através de atividades que busquem valorizar o desenvolvimento de cada um. Como é o caso do projeto CLUBE DA LEITURA, da ADEC. Esse projeto visa incentivar a criança a prática diária da leitura, sem burocracia e sem medo.

Ainda existem os projetos: REBRINCAR, ESPORTERAPIA, COMBATE AO TRABALHO INFANTIL, PREVENÇÃO E COMBATE AS DROGAS, etc. Baseado nesses projetos, a ADEC vem neste ano de 2013 apresentar todos esses programas ao CMDCA (Conselho Municipal de Defesa da Criança e do Adolescente) estará verificando (para futura aprovação) o orçamento primário da ADEC para nove meses.


A educação pode e deve ser realizada através de atividades de desenvolvimento cognitivo e motor, bem como "massagear" a mente através de uma boa leitura.

Dentre os projetos da ADEC, a educação é prioridade em todas as atividades. O esporte, a música, a brincadeira são atividades que fazem com que a criança e ao adolescente iniciem um aprendizado e consequentemente, a sua prática correta, dentro da própria aprendizagem.







Com a aprovação do projeto,  a ADEC terá seu espaço e os projetos sairão do papel de maneira eficaz, dando maior credibilidade a ONG e, consequentemente, a aquisição de novos parceiros.

terça-feira, 5 de março de 2013

DISGRAFIA?

Letra feia ou...DISGRAFIA?

Atenção...nem sempre, quando a criança apresenta uma letra feia, escreve fora das linhas ou é quase impossível decifrar o que ela escreve, se trata de preguiça ou desleixo.

A criança pode apresentar um quadro de... disgrafia, que tem a ver com dificuldades a nível da coordenação motora fina, que dificulta imenso tudo o que tenha ver com actividades e tarefas mais minuciosas como é o caso da escrita.

A disgrafia NÃO está associada a nenhum tipo de comprometimento intelectual mas apresenta características que, se não forem trabalhadas prejudicam seriamente o desempenho escolar da criança:

- Lentidão na escrita.
- Letra ilegível.
- Escrita desorganizada.
- Traços irregulares, ou muito fortes que chegam a marcar o papel ou, pelo contrário, muito leves.
- Desorganização geral na folha por não possuir uma adequada orientação espacial.
- Desorganização no modo como escreve textos, pois as crianças com esta problemática não observam a margem, acabando por parar muito antes ou ultrapassando. Quando este último acontece, tende a amontoar letras na borda da folha.
- Desorganização das letras: letras retocadas, hastes mal feitas, atrofiadas, omissão de letras, palavras, números, formas distorcidas, movimentos contrários à escrita (um S ao invés do 5 por exemplo).
- Desorganização das formas: tamanho muito pequeno ou muito grande, escrita alongada ou comprida.
- O espaço que dá entre as linhas, palavras e letras são irregulares.
- Liga as letras de forma inadequada e com espaçamento irregular. 

 
É importante ter em atenção que a criança com disgrafia não apresenta características isoladas, mas um conjunto de algumas destas citadas acima.

Se o seu filho apresenta algumas destas características deve consultar um psicólogo ou um neuropsicologo para que se possa efectuar um adequado diagnostico e assim ajudar a criança a minimizar as suas dificuldades nessa área.

Fátima Poucochinho

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

PESQUISA AFIRMA: MACONHA FAZ MAL, SIM!


Em reportagem publicada pela revista veja, em novembro de 2012, pesquisa afirma que a Maconha faz mal, contrariando os defensores de sua liberação. Leia abaixo a reportagem.

MACONHA FAZ MAL, SIM
O atual liberalismo em torno do consumo da droga está em descompasso com as pesquisas médicas mais recentes. As sequelas cerebrais são duradouras, sobretudo quando o uso se dá na adolescência
 
Hoje ainda, até o fim do dia, 1 milhão de brasileiros terão fumado maconha. A maioria dessas pessoas está plenamente convencida de que a droga não faz mal. Elas conseguem trabalhar, estudar, namorar, dirigir, ler um livro, cuidar dos filhos…
A folha seca e as flores de Cannabis são consumidas agora com uma naturalidade tal que nem parece ser um comportamento definido como crime pela lei penal brasileira. O aroma penetrante inconfundível permeia o ar nas baladas, nas áreas de lazer dos condomínios fechados, nos carros, nas imediações das escolas.
 
A maconha, que em outros tempos já foi chamada de “erva maldita”, agora ganhou uma aura inocente de produto orgânico e muitos de seus usuários acendem os “baseados” como se isso fosse parte de um ritual de comunhão com a natureza, uma militância espiritual de sintonia com o cosmo.
 
Tolerância cada vez maior com o consumo
 
Há uma gigantesca onda de tolerância com esse vício. Nos Estados Unidos, dezessete Estados já regulamentaram seu uso medicinal. No dia 6 passado, os Estados de Washington e Colorado realizaram plebiscitos sobre a legalização e o eleitorado aprovou. No Uruguai, o presidente José Mujica pretende estatizar a produção e a distribuição da droga.
 
Em maio deste ano, no Brasil, sob o argumento do direito à liberdade de expressão, o Supremo Tribunal Federal (STF) liberou a marcha da maconha – desde, é claro, que ela não fosse consumida pelos manifestantes.
 
Em um de seus shows, em janeiro, Rita Lee causou tumulto ao interromper a apresentação em Sergipe para interpelar os policiais que tentavam reprimir o fumacê na plateia: “Este show é meu. Não é de vocês. Por que isso? Não pode ser por causa de um baseadinho. Cadê um baseadinho pra eu fumar aqui?”.
 
Na contramão da liberalidade oficial, legal e até social com o uso da maconha, a ciência médica vem produzindo provas cada dia mais eloquentes de que a fumaça da maconha faz muito mal para a saúde do usuário crônico – quem fuma no mínimo um cigarro por semana durante um ano.
 
 
Não faz menos mal do que álcool ou cigarro
 
Fumar na adolescência, então, é um hábito que pode ter consequências funestas para o resto da vida da pessoa. Aqueles cartazes das marchas que afirmam que “maconha faz menos mal do que álcool e cigarro” são fruto de percepções disseminadas por usuários, e não o resultado de pesquisas científicas incontrastáveis.
 
Maconha não faz menos mal do que álcool ou cigarro. Cada um desses vícios agride o organismo a sua maneira, mas, ao contrário do que ocorre com a maconha, ninguém sai em passeata defendendo o alcoolismo ou o tabagismo.
 
Diz um dos mais respeitados estudiosos do assunto, o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, da Universidade Federal de São Paulo: “Encarar o uso da maconha com leniência é uma tese equivocada, arcaica e perigosa”.
 
 
Queda no desempenho intelectual, na memória, na concentração
 
Um grupo era composto de fumantes regulares de maconha. Os integrantes do outro grupo não fumavam. Quando os grupos foram comparados, ficou evidente o dano à saúde dos adolescentes usuários de maconha que mantiveram o hábito até a idade adulta. Os fumantes tiveram uma queda significativa no desempenho intelectual.
 
Na média, os consumidores crônicos de maconha ficavam 8 pontos abaixo dos não fumantes nos testes de Q.I. Os usuários de maconha saíram-se mal também nos testes de memória, concentração e raciocínio rápido.
 
Os resultados mostram que é falaciosa a tese de que fumar maconha com frequência não compromete a cognição. Diz o psiquiatra Laranjeira: “Se o usuário crônico acha que está bem, a ciência mostra que ele poderia estar muito melhor sem a droga. A maconha priva a pessoa de atingir todo o potencial de sua capacidade”.
 
O cineasta paulistano Álvaro Zunckeller, de 32 anos, fumou maconha durante duas décadas, desde a adolescência, com os amigos, na roda do bar e na saída da escola. No início, era um cigarro a cada duas semanas. Chegou a três por dia. “Era um viciado, mas para a maioria das pessoas eu era um sujeito sossegado, apenas um pouco desatento”, conta ele.
 
Zunckeller é um caso típico da brasa dormida dos danos da maconha ao cérebro confundidos com um comportamento ameno e um estilo de vida mais contemplativo.
 
UMA VIDA NORMAL NA APARÊNCIA --
"Fumei maconha durante vinte anos. Experimentei na adolescência e adorei. Em três anos, passei de um cigarro a cada duas semanas para três baseados por dia. Foram vinte anos de perdas. Perdi um emprego, perdi duas namoradas e me formei com dez anos de atraso. Na faculdade, só pensava na hora de ir para o barzinho fumar maconha. Quando estava em casa, passava o dia dormindo. Era um viciado, mas levava uma vida relativamente normal. Esse é o grande perigo da maconha. Há sete meses comecei um tratamento clínico contra a dependência. Desde então, nunca mais fumei. Hoje, tenho dificuldade de me concentrar na leitura. Não consigo ler mais de três, quatro páginas. Sinto saudade da sensação que causa a maconha, claro. Mas não quero mais que ela domine a minha vida.", Álvaro Zunckeller, 32 anos, cineasta (Foto: Alexandre Schneider)
 
 
 
 
 
 
Risco mais alto de desenvolver esquizofrenia ou depressão
 
Até pouco tempo atrás vigorou a tese de que a maconha só deflagra transtornos mentais em pessoas com histórico familiar dessas doenças. Essa noção benigna da maconha foi sepultada, entre outros trabalhos, por uma pesquisa feita pelo Instituto de Saúde Pública da Suécia. Um grupo de 50.000 voluntários foi avaliado durante 35 anos. Eles consumiram maconha na adolescência.
 
Os suecos demonstraram que o risco de um usuário de maconha sem antecedentes genéticos vir a desenvolver esquizofrenia ou depressão é muito mais alto do que o da população em geral. Entre os usuários de maconha pesquisados, surgiram 3,5 mais casos de esquizofrenia do que na média da população.
 
Interfere nas sinapses, levando ao comprometimento das funções cerebrais.
 
A razão básica pela qual a maconha agride com agudeza o cérebro tem raízes na evolução da espécie humana. Nem o álcool, nem a nicotina do tabaco; nem a cocaína, a heroína ou o crack; nenhuma outra droga encontra tantos receptores prontos para interagir com ela no cérebro como a cannabis.
 
Ela imita a ação de compostos naturalmente fabricados pelo organismo, os endocanabinoides. Essas substâncias são imprescindíveis na comunicação entre os neurônios, as sinapses. A maconha interfere caoticamente nas sinapses, levando ao comprometimento das funções cerebrais.
 
O mais assustador, dada a fama de inofensiva da maconha, é o fato de que, interrompido seu uso, o dano às sinapses permanece muito mais tempo – em muitos casos para sempre, sobretudo quando o consumo crônico começa na adolescência. Em contraste, os efeitos diretos do álcool e da cocaína sobre o cérebro se dissipam poucos dias depois de interrompido o consumo.
 
Reportagem de Adriana Dias Lopes, publicada na edição impressa de VEJA (Novembro/2012)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

JUVENTUDE: A VERDADEIRA RIQUEZA DE UM PAÍS

Quando falamos de riqueza, sempre lembramos de dinheiro, ouro, bens materiais, etc. Mas quando falamos de uma riqueza que possa dar continuidade ao crescimento do nosso país, muitas vezes esquecemos de lembrar das nossas crianças e adolescentes. Nossos jovens. Porque quando pensamos no futuro de uma sociedade ou nação, temos que colocar em primeiro lugar os nossos jovens, que serão os cidadãos que conservarão o desenvolvimento de um povo.
 
Para que os nossos jovens possam ser respeitados e terem o mínimo de perspectiva de futuro, temos que preparar o seu espaço para que possam entender a sua grande responsabilidade.
 
Jovens: os futuros cidadãos de uma nação.
A violência, as drogas (lícitas e ilícitas), famílias desestruturadas, falta de perpectivas de futuro, etc. São grandes barreiras a serem ultrapassadas no sentido de mostrar aos jovens (crianças e adolescentes) que a vida tem muito mais do que os pontos negativos. Existem perspectivas que podem transformar a sua vida para que o mesmo possa realizar o seus próprios sonhos.
 
As crianças devem aprender a gostar do livro desde a tenra idade; aprender a respeitar para ser respeitado; valorizar a educação como ferramenta primordial em sua formação. E fazer com  que a sociedade entenda que todos nós somos responsáveis pelos nossos jovens. Se queremos uma país melhor no futuro, é do jovem que devemos cuidar.
 
Para termos um país melhor, é dos nossos jovens que temos que cuidar!
 

DESAFIOS

 Desde quando iniciamos a ACSB e 2008, sabíamos que não seria fácil colocar em prática as atividades esportivas que, na época (2008) tinha c...