quinta-feira, 19 de abril de 2012

CRAQUE SÓ DE BOLA: COMERCIAL INSTITUCIONAL

A ONG Craque Só de Bola estará buscando parceria para produzir um comercial institucional sobre o "crack". Esse comercial será realizado com jogadores de futebol da região e será destinado a prevenção e combate ao "crack", orientando os telespectadores sobre os malefícios da droga.

O Craque Só de Bola buscará parceria com emissora de TV local, Federação Pernambucana de Futebol e Secretaria Estadual dos Esportes. "O objetivo é divulgar os malefícios do crack e fortalecer os trabalhos da ONG Craque Só de Bola, que ainda não está tendo a credibilidade necessária dinante da sociedade e poderes público e privado", diz o coordenador, Marcelo Francisco.

Ainda buscamos parceria com empresas que possam produzir esse comercial, dividido em 3 ou 4 comerciais diferenciados para serem vinculados durante o ano na TV. Com esse objetivo, o Craque Só de Bola espera divulgar a ONG e ainda chamar a atenção da juventude sobre o tema drogas em nosso estado, porque a falta de informações é um grande perigo para a criação de novos dependentes.

CRAQUE SÓ DE BOLA: PROJETO DE LEI 267/11


Finalmente!!!!!

Projeto de Lei 267/11
A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 267/11, da deputada Cida Borghetti (PP-PR), que estabelece punições para estudantes que desrespeitarem professores ou violarem regras éticas e de comportamento de instituições de ensino. Em caso de descumprimento, o estudante infrator ficará sujeito à suspensão e, na hipótese de reincidência grave, encaminhamento à autoridade judiciária competente. A proposta muda o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) para incluir o respeito aos códigos de ética e de conduta como responsabilidade e dever da criança e do adolescente na condição de estudante. Indisciplina: De acordo com a autora, a indisciplina em sala de aula tornou-se algo rotineiro nas escolas brasileiras e o número de casos de violência contra professores aumenta assustadoramente. Ela diz que, além dos episódios de violência física contra os educadores, há casos de agressões verbais, que, em muitos casos, acabam sem punição. O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

terça-feira, 17 de abril de 2012

CRAQUE SÓ DE BOLA: SEMINÁRIO DISCUTE A IMPORTÂNCIA DO ESPORTE NO COMBATE AS DROGAS, EM SÃO PAULO.

Virando o Jogo: o Esporte Contra o Crack foi o nome adotado pela Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação da Cidade de São Paulo (Seme), em parceria com a revista Brasileiros, para o seminário que discutiu o papel do esporte como ferramenta de prevenção e combate ao uso de drogas e substâncias psicoativas. O evento reuniu cerca de 300 pessoas no auditório do Museu do Futebol na quinta-feira (29/3).
Com discussões e apresentações de ideias e projetos que ocuparam o dia todo no auditório, o seminário teve quatro mesas, cada uma com discussões específicas. A primeira mesa do dia, composta pelo secretário de Esportes, prefeito de São Bernardo do Campo e por vereadores paulistanos, teve o tema É possível vencer o crack. Além do discurso dos vereadores sobre o papel do legislativo no auxílio à Prefeitura quando o assunto é prevenção de drogas, o secretário de Esportes analisou a evolução do crack na cidade de São Paulo e falou sobre o papel da Seme no combate à essa epidemia. “A Secretaria está no caminho certo para ajudar na inclusão e no combate às drogas. Venceremos quando todos se engajarem. Esse debate é bom, pois leva a reflexão da sociedade”, declarou, citando iniciativas como os programas Virando o Jogo Sampa e Polos de Brincar que atuam como instrumentos de prevenção em regiões de maior vulnerabilidade social.
Os dois programas da Seme também compuseram as discussões e explanações da segunda mesa. Batizada de Virando o Jogo na Periferia, a mesa teve apresentações de Kátia de Araújo, coordenadora do Virando o Jogo, Laís Helena Malaco, que contextualizou a atuação do Clube Escola na capital. O secretário adjunto da Seme e a coordenadora do Núcleo de Lazer, Dineia Cardoso, também fizeram apresentações que focaram principalmente nos resultados do programa Polos de Brincar. A mesa foi finalizada com a participação de Thiago Lobo, coordenador da Virada Esportiva e do Núcleo de Esportes Radicais da Secretaria. Ele explicou a relação entre a realização do mega-evento e da diminuição da criminalidade em São Paulo. “A Virada pretende democratizar e descentralizar o esporte. Quando se investe em esporte, você economiza em saúde e segurança. A Seme tem este papel de transformador social”, concluiu Lobo.
O evento também teve outras duas mesas no período da tarde. A mesa 3, Uma questão de Saúde Pública, com questões debatidas por profissionais da área e a mesa 4, com a presença de Ana Moser e Patrícia Medrado, devidamente batizada de Craques Contra o Crack. Ex-atletas, ambas coordenam projetos sociais esportivos ligados à inclusão social através da prática de atividade física.

CRAQUE SÓ DE BOLA: SANTO DE CASA NÃO FAZ MILAGRES

O velho dito popular que diz que "SANTO DE CASA NÃO FAZ MILAGRES" é posto quando alguém ou alguma coisa de uma determinada área, cidade ou local não é valorizado pela população, comunidade ou pessoas. Pode até mesmo alguém ser muito bom em alguma coisa, mas a dita comunidade não valoriza. Mas, quando essa mesma pessoa realiza a mesma coisa em outra localidade o mesmo é reconhecido como gênio, intelctual e posto em um "pedestal de ouro" como se ele fosse o "rei da cocada preta".

Infelizmente isso acontece constantemente no meio institucional, onde programas e projetos muitas vezes reconhecidas em outras cidades como revoluncionárias, não é dada a mesma atenção em seu próprio local de origem. Com a ONG Craque Só de Bola também não é diferente. Convidada pela UNICEF para participar do encontro da Rede Juvenil Pelo Esporte inclusivo e pela CUFA (Central Única das Favelas) para ser um dos organizadores do Viradão Esportivo direcionado a crianças e adolescentes da região, o Craque Só de Bola vem sendo visto e valorizada por essas instituições reconhecidas nacionalmente e internacionalmente, mas o próprio poder público local, empresas privadas e comercio nem mesmo conhecem os seus trabalhos.



Mesmo com os esforços da diratoria da ONG, ainda não se conseguiu uma parceria que fortalecesse as atividades educativas. Mas mesmo assim, com alguns programas "engavetados" por causa de apoio financeiro, o Craque Só de Bola não desistiu do seu principal objetivo: de fortalecer a prevenção e o combate as drogas em Ipojuca.
Em 2011, quase 1000 (mil) alunos da rede pública de ensino receberam palestras sobre a temática drogas através da ONG Craque Só de Bola. Alunos receberam as palestras focando, não apenas as drogas ilícitas (proibidas) mas também as drogas lícitas (autorizadas) como álcool e cigarro. O mais interessante é que as escolas fazem questão de receber esse tipo de palestra educativa, em contrapartida, a secretaria de educação não mesmo dar apoio para que outras escolas recebam essas informações.

Com os trabalhos da ONG Craque Só de Bola, se chega a uma conclusão alarmante em Ipojuca: de que o tema droga não é tratado como deveria ser. "Não existe nenhum programa de prevenção e de combate as drogas em Ipojuca, os trabalhos se limitam apenas ao tratamento", afirma o coordenador do CSB, Marcelo Francisco.

Outra parte preocupando é que as empresas privadas (algumas) não respondem os emails enviandos pela ONG e nem aos convites feitos pela mesma. Marcar um simples agendamento com o prefeito é caso quase impossível. Como falamos em tom de brincadeira, "É mais fácio falar com Barak Obama do que com o prefeito de Ipojuca", porque ninguém o vê e nem mesmo responde as nossas solicitações. O que muito triste. Aguardamos pessoas físicas, jurídicas e o poder público (municipal, estadual e federal) para que possam responder e apoiar os programas e, quem sabe, servir de exemplo para outras localidades.





segunda-feira, 16 de abril de 2012

CRAQUE SÓ DE BOLA: ESPORTE COMO LINGUAGEM JOVEM

Desde quando éramos crianças as brincadeiras infantis faziam parte de nossas vidas. Correr, pular, gritar eram atividades normais (e ainda são) para as crianças. Hoje se tem essas brincadeiras infantis como parte fundamental para o desenvolvimento de uma criança. São com essas brincadeiras infantis que se está trabalhando a parte motora e cognitiva da criança. As brincadeiras infantis tem tudo a ver com o esporte pois, quando corremos ou pulamos é tipicamente as brincadeiras imitando o esporte (ou é o esporte imitando as brincadeiras?) que fazem com que a criança busque pôr para fora essa energia que lhe é peculiar.

Hoje, as atividades esportivas é importante para a criança, não apenas pelo caráter lúdico mas, por ser uma atividade prazerosa que toda criança adora e se diverte. É também atividade física que desenvolve sua coordenação motora. A família deveria olhar mais o dia a dia do seu filho, se pratica esportes ou simplesmente está na sala jogando video game. "A atividade esportiva para a criança é de suma necessidade, porque estamos vivendo em uma geração que pouco se exercita por estar de frente a TV jogando video game ou realizando pouca ou nenhuma atividade física, sem falar da má alimentação que junta salgadinho, refrigerante...", diz o coordenador do CSB, Marcelo Francisco.


Crianças da ONG Craque Só de Bola: Desafio de transformar o esporte em atividade educativa.



O Craque Só de Bola acredita que o esporte pode ser uma grande ferramenta de transformação e educação, basta o poder público tratar o esporte como meio de socialização e não como "passa tempo" para as crianças. Se aproveitarmos esse espaço que a criança oferece (de gostar de atividades lúdicas e esportivas) poderemos transformar crianças em verdadeiros cidadãos responsáveis, a partir do trabalho de inclusão social.


CRAQUE SÓ DE BOLA: LENDO NA PRAÇA

O último sábado (14/04) crianças e adolescentes da ONG Craque Só de Bola participaram do evento literário "Lendo na Praça", realizado pelo curso de Pedagogia da FAJOLCA e organizado pela professora Marcia Justino. No evento, três stands se dividiam entre teatro, brincadeiras, desenho e pintura. Os jovens participantes do Craque Só de Bola eram crianças entre 10 a 12 anos de idade e adolescentes entre 14 a 17 anos. Todos ficaram a vontade e participaram das atividades com muita alegria.









Esse tipo de ação, além de incentivar os nossos jovens a buscar mais a valorização da leitura, reforça um trabalho entre faculdade e instituição social. Esse tipo de parceria faz com que os dois lados mostrem suas "ferramentas", de um lado a Faculdade que, com credibilidade e experiência na área educacional, instrui e ajuda a desenvolver projetos na área educacional. Do outro lado, a instituição social (nesse caso o Craque Só de Bola) que busca reforço para implantar ou manter, através de profissionais de cada área, atividades que transmitam aos nossos jovens perpectivas em seu futuro.



Sem falar que esse tipo de evento divulga a ONG e incentiva outros jovens a participarem. Em maio a Fajolca irá realizar o Work Shop e a ONG Craque Só de Bola, juntamente com os seus jovens, já foram convidados. 



sexta-feira, 13 de abril de 2012

CRAQUE SÓ BOLA: QUAL É O MEDO?

Há algum tempo a ONG Craque Só de Bola está buscando parceiros públicos ou privados para fortalecer os trabalhos de prevenção e de combate as drogas em Ipojuca. Acontece que, algumas pessoas quando conhecem as atividades da ONG, principalmente a parte esportiva, criam uma certa barreira e um certo preconceito. É o que nós percebemos. Pensam, talvez, que os jovens participantes das atividades esportivas (escolinha de futebol) são jovens desocupados ou até mesmo envolvidos com algum tipo de droga ilícita (ou lícita).

Acontece que em muitos momentos, quando alguém ou algum órgão tem a iniciativa de saber como funciona a ONG Craque Só de Bola, através do seu site ou blog, observam que o esporte é ferramenta fundamental para os trabalhos de prevenção. Até o nome do ONG fortalece isso. Mas o que queremos mostrar é que o Craque Só de Bola não é apenas uma entidade esportiva mas, uma "associação desportiva educacional", como está registrada.

Existem muitos projetos esportivos dentro do município de Ipojuca que existem há anos e que nem sequer têm registro nos orgãos competentes. As nossas atividades se baseiam no bem comum da criança e do adolescente, priorizando a socialização e o respeito mútuo, bem como acompanhando a vida escolar de cada jovem. O grande obejtivo é de que o jovem possam, através dessas atividades, entender o que é melhor para sí e para a sociedade, já que ele faz parte desse contexto social.

Alguns orgãos públicos não percebem a importância deste tipo de atividade direcionada ao jovem. Muitos orgãos têm receio de investir (apoiar) projeto e programas inovadores de combate as drogas com medo das pessoas envolvidas pela distribuição desse tipo de material ilícito. O que não se deve fazer é cruzar os braços e simplesmente deixar que essa "doença" ocupe o espaço de vida e de socialização dos nossos jovens, independente do que esteja pela frente. É uma questão de coragem. 

DESAFIOS

 Desde quando iniciamos a ACSB e 2008, sabíamos que não seria fácil colocar em prática as atividades esportivas que, na época (2008) tinha c...